30 de novembro de 2009

Endereço novo

Ternas minúcias de um simples coração.

20 de novembro de 2009

Nossos corações serão arrebatados mutuamente. Esforços serão desnecessários.
E tudo será doce como mel, belo como flor, mas com a essência da aventura, do acaso.

Amor, apenas me diga:
quem é você? Descreva-me a tua face.
em qual curva da vida cruzarás meu caminho?

Nas entrelinhas dos meus sentimentos te espero com toda a certeza de que você existe. Ora, a calmaria paira, ora a ansiedade a rouba.

13 de novembro de 2009

As lágrimas correm por trás do meu sorriso, mascaradas por palavras ditas com a pretenção de alegrar o meu coração e dos que estão ao meu lado.

Meu choro é quase imperceptível. Melhor assim. Sinal de que eu não permito que minha dor encarcere o cerne de minha alma. Afinal, saber viver não é ser livre de tristeza [impossível], e sim não permitir que ela invada o coração.

4 de novembro de 2009

Não visto-me, sim ilustro-me.

...na verdade, gosto do que é diferente, do que é atípico. E já que isso atrai olhares, que os mesmos caiam sobre mim. Sejam eles curiosos, surpresos ou admirados. Mesmo que não me aplaudam pelo que visto, que me aplaudam pela ousadia. Ousadia de romper as regras. Não as regras ditadas [pois faço questão de obedecê-las], mas as regras surgidas em meio a tanta mesmice.

Portanto,
minha calça estampada, meu chapéu estilo fedora (para alguns, para outros tantos é estilo Michael Jackson mesmo. haha!), meu batom vermelho, blazer da mamãe, lenço da vovó, esmalte laranja da maninha, minha meia 7/8 azul, meu óculos vermelho, e minhas outras queridinhas peças de roupa [ou melhor, de moda]:
vocês são personagens das histórias de um gibi chamado Gabi.

P.S.: não, a rima não foi minha intenção. Ops! De novo! haha

30 de outubro de 2009

Às oito .

...e lá está a menina bonita passando. A luz do sol invade o momento. A brisa suave adoça o calor em seu rosto. Ela sente o cheiro das árvores e ouve o cantar dos passarinhos. Uma agradável manhã: o prazer inevitável é imprimido em sua alma.

[8:00 a.m.]



[...]
E lá está ela de novo. Semblante tranquilo, cabelos ao vento, a leveza de seu andar...é como se a luz do luar penetrasse em sua alma e fizesse-a sorrir. E basta. Para a menina bonita, a felicidade está no ar.

[8:00 p.m.]


A felicidade é subjetiva, simples, e é encontrada nas entranhas do
imperceptível.



5 de julho de 2009

Emburrados

É tão ruim quando um grupo de pessoas está confraternizando e chega alguém emburrado só para deixar o ambiente pesado. Com a cara fechada, só cumprimenta os outros para não ser tachado de mal-educado. As respostas saem entre os dentes e o diálogo torna-se impossível com o tal.
Tudo bem: às vezes não estamos onde gostaríamos, mas será mesmo que precisamos demonstrar isso? A vida já é tão cheia de problemas, vamos pelo menos tentar melhorar a convivência sendo agradáveis.

Como diz Martha Medeiros:

"Dentro da igreja, ajoelhe-se. No estádio de futebol, grite pelo seu time. Numa festa, comemore. Durante um beijo, apaixone-se. De frente para o mar, dispa-se. Reencontrou um amigo, escute-o.

Ou faça de outro jeito, se preferir:

dentro da igreja, escute-O. Durante um beijo, dispa-se. No estádio de futebol, apaixone-se. De frente para o mar, ajoelhe-se. Numa festa, grite pelo seu time. Reencontrou um amigo, comemore.

Esteja, entregue-se."